Amazônia

Este é o território brasileiro que americanos e europeus querem. Uma campanha internacional está em curso tentando conscientizar os líderes americanos e europeus, orquestrada po rmais de 100 mil ONGs estrangeiras com sede na região. A essas ONGs interessa que o Estado brasileiro não tenha domínio político sobre as extensas áreas ocupadas pelos indígenas, sobretudo porque são territórios de riqueza desconhecida – e é mais fácil aos estrangeiros que nos cobiçam tecer nebulosos negócios com os índios. Usam como “disfarce” a preservação do meio ambiente. Tudo conversa para enganar trouxa. Estão interessados em nossas reservas de nióbio. 96% das reservas mundiais de nióbio encontram-se na Amazônia. Querem ainda patentes inéditas para seus medicamentos. E, ainda, o mais precioso de todos os líquidos: água potável. Em seus rios estão 21% da água doce vital ao homem. Segundo avaliações da ONU, o século 21 será marcado por graves conflitos entre as nações, com origem numa única causa: a escassez de água potável. A cobiça de potências estrangeiras não é surpresa e tudo começa pela extensão territorial. A Amazônia Legal se estende por nove Estados e ocupa 61% do território brasileiro – sua área equivale à metade do continente europeu e nela cabem 12 países, incluindo Alemanha e França. Ela seria, assim, o sexto maior país do mundo, com uma população de 20 milhões de pessoas. “Eles” já destruíram suas florestas, já dizimaram seus índios e agora querem a nossa. GO HOME Zé Manés.

Fonte: ISTO É

“A política indigenista está dissociada da história brasileira e tem de ser revista urgentemente”

Comandante militar da Amazônia, general-de-exército Augusto Heleno Pereira

“A demarcação contínua coloca a soberania em risco. Daqui a pouco, os índios vão declarar a independência de seus territórios”

General-de-brigada Antônio Mourão, comandante da 2ª Brigada de Infantaria da Selva

DEU NO GLOBO ONLINE

Um relatório reservado da Agência Brasileira de Inteligência (Abin) informa que o empresário sueco Johan Eliasch, consultor do primeiro-ministro inglês Gordon Brown, avaliou que poderia comprar toda a Floresta Amazônica por US$ 50 bilhões, de acordo com reportagem do jornal “O Globo”. Eliasch fez a declaração para estimular empresários ingleses a comprar ou fazer doações para a aquisição de terras na Amazônia. A Polícia Federal e a Abin investigam o suposto envolvimento de Eliasch com a compra de 160 mil hectares de terra no Amazonas e no Mato Grosso, como revelou neste domingo a coluna Panorama Político, do GLOBO.

Pois é, esse sueco poderia dar preço para suas nêgas e não para nossas riquezas. GO HOME Zé Mané!

O governo brasileiro, através do Incra e do Ibama, informou que vai cancelar a autorização de exploração madeireira e os títulos de terra da empresa Gethal, de propriedade do empresário sueco Joahan Eliasch. Pretende ainda aprender mais de 5 mil m3 de madeira explorada ilegalmente e não comercializada. O empresário picareta já fez ilegamente a extração, transporte e comércio de 699.809 metros cúbicos de madeira. Um volume que equivale a cerca de 230 mil árvores. Mas, isso ainda é muito pouco. Tem gente levando mais. É preciso expulsar essas ONGs infestadas de picaretas a serviço de grupos estrangeiros como o desse empresário que tentou cantar de galo em nosso terreiro. Tem que neutralizar a influência desses padrecos católicos sobre os índios, pois é um disfarce para a saída ilegal de riquezas extraídas da nossa terra. Se um empresário brasileiro fizesse lá na Europa ou Estados Unidos o que esse sueco fez aqui já estaria preso e condenado. Esses picaretas vêm aqui, roubam nossas riquezas e depois vão dar uma de bonitinhos defensores da salvação do planeta. Esses gringos já destruíram suas florestas e agora querem destruir a nossa e ainda botar a culpa na gente. Cadeia neles, general Heleno.

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