A questão da demarcação da Raposa Serra do Sol é apenas uma das muitas que envolvem a segurança nacional e a intregridade da Amazônia. A história começa com o presidente Lula sendo enganado por dois assessores: o chefe de gabinete, Gilberto Carvalho e o ex-aspone Frei Betto. Lula assinou o decreto de demarcação da Raposa Serra do Sol baseado num falso laudo antropológico apresentado pela dupla. A população indígena, na verdade, é usada pelas ONGs internacionais que defendem interesses comerciais de países como Estados Unidos, Canadá e mais a Europa, interessados nas riquezas minerais da Amazônia. Querem, simplesmente, controlar as riquezas do mundo. Tem ainda a igreja Católica que controla o Conselho Indigenista de Roraima. A reserva Raposa Serra do Sol tem 1,7 milhões de hectares para abrigar uma população de 19 mil índios, uma área 12 vezes maior que a cidade de São Paulo. Na capital de São Paulo vivem mais de 19 milhões de pessoas e no Estado com 248.808,8 km² vivem mais de 36 milhões. Os índios são apenas 10% da população de Roraima e desses, 80% vivem nas cidades. Somente 20% habitam as aldeias. A verdade, caro leitor, é que analisando esses dados e se olhando no espelho, vemos escrito na nossa testa por essas OGNs: OTÁRIOS. O jornal americano The New York Times afirmou, neste domingo, (18/05), que “um coro de líderes internacionais está declarando mais abertamente a Amazônia como parte de um patrimônio muito maior do que apenas das nações que dividem o seu território”. O jornal cita o “bossal” ex-vice-presidente americano Al Gore, que em 1989 disse que “ao contrário do que os brasileiros acreditam, a Amazônia não é propriedade deles, ela pertence a todos nós”. Analisem como a questão já começa a ser colocada e tudo é muito bem orquestrado “sob o manto da proteção ambiental”. Os integrantes dessas ONGs não passam de mercenários a serviço desses governos estrangeiros. Alô, alô general Augusto Heleno! Está na hora de explusar esses bandidos de nossas terras.
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